Farroupilha, RS,
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Arquivo - Editoria: Economia Matérias do mês de maio de 2001: 04/05 Convênio leva 18 empresas à Fenac 04/05 Resistência elétrica reduz o consumo de chuveiros 04/05 Instrumento ajuda encontrar vagas 11/05 Feira espera reunir 5 mil visitantes 11/05 Incentivos fortalecem o setor coureiro-calçadista 18/05 Curso proporciona formação de mão-de-obra especializada 18/05 Comissão da Fenakiwi define patrocinadores 18/05 Anselmi está produzindo 20% a mais que em 2000 25/05 Venda de malhas aquece a economia do município Voltar para editoria Economia atual              Voltar ao topo  |
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25/05
a economia do município
“As vendas estão a mil”, comemora o administrador do Centro de Compras Farroupilha, Ivan Canziani, que vê o movimento crescer mais a cada final de semana nas 105 lojas do Centro. A empresa chega a registrar um movimento que passa de 15 mil pessoas por final de semana e que supera 700 mil por ano. Um ponto positivo apontado por Canziani dentro desses números é a grande porcentagem de turistas que apostam na qualidade dos produtos farroupilhenses. “Apesar de existir um bom número de consumidores diretos, o maior público corresponde a lojistas e sacoleiros de cidades de diversos Estados, como Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná e Mato Grosso do Sul”, destaca. Vendo isso, Canziani analisa que o turismo comercial está muito desenvolvido, tanto em Farroupilha quanto na região. O administrador ressalta que durante todo o ano as vendas são boas, mas que não há nada como o inverno. “De agosto a dezembro o movimento cai, mas a cada ano o número vem aumentando mesmo no período de calor.”
Segundo o administrador, o Centro de Compras, além de ser uma das maiores referências de pronta-entrega de malhas, confecções, calçados, couros e cama, mesa e banho, também é um ponto de informações turísticas. “As pessoas nos procuram muito, por exemplo, para saber como chegar nos pontos e onde podem ir para desfrutar da gastronomia”, enfatiza.
Outro grande centro de pronta-entrega, a Estação 713, também está colhendo os bons frutos produzidos durante a época mais fria do ano. A relações públicas da empresa, Cidiana Rita Bee Tartarotti, diz que o movimento está muito bom e que “agora a tendência é só aumentar”. Segundo ela, as excursões chegam todos os dias das mais diferentes partes dos Estados do sul. Segundo ela, são mais de 5 mil pessoas por dia que passam pelo local. Como o carro-chefe da empresa são as malhas, explica Cidiana, durante o inverno, de segunda a segunda dá um movimento bom. A relações públicas destaca que, paralelamente às lojas, quem está faturando na Estação são os estabelecimentos da praça de alimentação, já que os turistas sempre passam por um restaurante ou lancheria para conferir as delícias da gastronomia local.
Na Cooperativa da Malha e do Calçado, apesar de hoje contar com apenas oito lojas e não abrir aos domingos, também está tendo bons reflexos em função do inverno, conforme diz uma das administradoras, Geni Gasperin da Silva. Conforme ela, o número de consumidores diretos é pequeno, mas os lojistas e sacoleiras aparecem maciçamente. “O nosso forte vai de maio até agosto”, destaca. A Cooperativa vende somente malhas, o que atrai um bom número de pessoas que chegam de excursão. (Leia mais na página 12)
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25/05
20% a mais que em 2000
Considerada uma das maiores empresas do segmento em Farroupilha, a Malharia Anselmi aumentou sua produção na ordem de 20% a mais do que no mesmo período do ano passado. Além do frio, que começou antes que em 2000, o proprietário da empresa, Reni Anselmi, destaca que as tendências da moda coloboram muito com o aumento da procura. “Não é só o frio que está ajudando. A malha está muito na moda”, enfatiza. Para comprovar a informação, Anselmi sinaliza que mesmo em março e abril, meses que não fregistraram muito frio, as vendas foram muito boas, superando as axpectativas. Segundo o empresário, a maior preocupação da empresa é pôr vários produtos à disposição dos consumidores. “Nosso lema não é vender, é produzir”, garante.
De acordo com o empresário, hoje a malharia conta com 130 funcionários, número que aumentou com a chegada do inverno. Apesar de que as novas contratações foram motivadas pelo frio, Anselmi diz que pretende manter o quadro. “Não vale a pena ficar com os funcionários apenas na safra, pois o trabalho com o treinamento é intenso. Não faria sentido despedir depois que a pessoa já domina bem o trabalho”, ressalta.
O investimento em novos equipamentos também foram altos, garante o proprietário, porém não revela os números. Segundo Anselmi, as vendas são feitas no sistema da pronta-entrega e 60% das mesmas através da venda programada. Somente aos sábados pela manhã, o proprietário diz que passam mais de mil pessoas pelo local.
A Malharia Anselmi está localizada ao lado do Centro de Compras Farroupilha, na entrada da cidade, na RS-122. De segunda a sábado ela atende os consumidores das 7h às 17h30min. No sábado, das 8h às 12h.
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18/05
define patrocinadores
A 49 dias da 11ª Festa Nacional do Kiwi (Fenakiwi), o ritmo de trabalho da comissão organizadora começa a dar forma ao evento. Nesta semana, por exemplo, foram fechados mais dois importantes patrocínios, cujas marcas estarão presentes na festa. Somando-se à Tramontina, que já havia firmado participação, foram confirmados no conjunto o Banco do Brasil e o Banrisul, revelou o secretário Municipal da Indústria, Comércio e Turismo, Arielson Arsego. O conjunto deverá representar um montante de R$ 30 mil. A propósito de patrocínio, na reunião de quarta-feira, os organizadores decidiram encaminhar ao Ministério da Agricultura um projeto de desinação de recursos para a realização do evento. Também os espaços nos pavilhões já estão todos comercializados, totalizando 160 expositores. Esses são todos detalhes importantes para a organização do evento, já que a infra-estrutura do Parque Cinqüentenário, seguindo o cronograma, será preparada durante o mês de junho. “Não adianta antecipar”, argumenta o secretário a propósito da adequação dos 6 mil metros quadrados de área construída e dos 35 mil metros quadrados da área total, onde se localiza também o estacionamento para veículos. Essas preocupações todas são assuntos tratados nas reuniões regulares das quartas-feiras pela manhã da comissão organizadora. Entram aí também aspectos de divulgação e de decoração. Por exemplo, em relação a esta última já está definido que o visual será rústico. Já em matéria de divulgação do evento também está definido um botom, que está pronto para circular com os dizeres: “A gente se encontra lá”. Igualmente, a campanha publicitária está acertada. A um custo de cerca de R$ 120 mil, segundo Arsego, as inserções em emissoras de rádio, tevê e jornais da região serão mais intensas nos últimos 15 dias antecedentes e durante o evento. Antes, nove placas publicitárias serão afixadas nas vias de acesso à cidade, com mensagens convidando os turistas a visitarem a Fenakiwi. Também o engajamento das rainhas na divulgação da Festa do Kiwi está todo planejado, com a participação da soberana Daiana Garbin e da rainha da Indústria e do Comércio, Adalgisa Bassotto. A Festa Nacional do Kiwi vai acontecer em três finais de semana de julho, dias 6, 7 e 8, 13, 14 e 15, 20, 21 e 22. Para esse período, a comissão organizadora projeta um público semelhante ao da festa do ano passado, quando 70 mil pessoas passaram pelos pavilhões de exposição. Durante os três finais de semana da festa são esperadas boas oportunidades de negócios pelos expositores, um monante que o secretário Arsego não arrisca a fazer previsões. Contudo, a Fenakiwi deverá representar uma boa injeção de recursos na economia farroupilhense. Para a Fenakiwi, a comissão organizadora já tem a fruta reservada para distribuição gratuita para quem adquirir ingresso.
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18/05 Curso proporciona formação de mão-de-obra especializada
Convênio entre o município, através da Secretaria Municipal do Trabalho, Assistência Social e Cidadania, Sindicato dos Trabalhadores na Indústria do Calçado e do Vestuário e a empresa Jaguar House Importação e Exportação Ltda vai proporcionar a realização de um curso de formação de mão-de-obra. Pelo convênio, no próximo dia 22, terça-feira da semana que vem, começa o curso de costura em tecido. Essa será a primeira de um total de 10 turmas, cada uma com seis integrantes.
O curso será realizado na própria empresa, que cederá material, equipamento e instrutor. A duração será de 10 horas/aula, com realização nas terças e sextas-feiras, das 19h às 22h. O curso é gratuito, com seleção dos candidatos pela Secrertaria, com preferência para os trabalhadores desempregados inscritos no Balcão do Trabalhador. A única exigência é que tenham algum conhecimento prévio em costura. Caberá à empresa a triagem final daqueles candidatos que farão o curso. Há possibilidade de o aluno, após o curso, ser aproveitado em futura vaga de emprego na própria empresa, embora não haja garantia de que isso vá ocorrer, alerta a assessoria de imprensa da prefeitura. Candidatos ao curso, que estejam trabalhando ou mesmo não-inscritos no Balcão do Trabalhador para obtenção de emprego, devem entrar em contato com o Balcão, na prefeitura.
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11/05
setor coureiro-calçadista
A parceria entre o Sindicato das Indústrias de Calçados de Farroupilha e a prefeitura para dar incentivo às empresas locais do setor coureiro-calçadista a participar da Feira Nacional do Calçado (Fenac), que acontece de 11 a 14 de junho, em Novo Hamburgo, é o início de uma série de trabalhos no mesmo sentido que vão acontecer com o objetivo de retomar o crescimento da área em Farroupilha. A opinião é do presidente do Sindicato, Adalberto Fagherazzi. Para ele, a importância das indústrias mostrarem seus produtos nesses eventos não é apenas uma questão de número de pedidos, mas principalmente na abertura de novos mercados e oportunidades de negócios, tanto interno quanto externo. “Acredito que seja difícil que o setor volte a ser o que era nos anos 80 e 90, mas, com certeza, com esses trabalhos, será possível retormar um bom crescimento”, prevê.
Para a Fenac, está confirmada a participação de 17 empresas (quadro) de Farroupilha. No último dia 3, a prefeitura assinou o contrato com a direção da Feira. Através dele, a administração municipal vai custear 50% do valor dos espaços (total de 250 metros quadrados), totalizando um investimento de R$ 30 mil. Ainda há a possibilidade de outras três empresas participarem da Feira. “Esse é um trabalho que está só iniciando, o que vai garantir um futuro com melhores resultados”, enfatiza Fagherazzi.
Quais são as empresas - Italeoni Calçados - Calçados Alsy - Semafer Artefatos de Couro - Calçados Sindra - Palácio das Carteiras Artefatos de Couro - Vizzione Artefatos de Couro - Calçados Boessio - Calçados Enry - Indústria de Calçados Campeol - Indústria de Calçados Cenci - N.A. Indústria de Calçados - Indústria de Calçados Locatelli - Indústria de Chuteiras - Timme-Out Indústria de Artefatos de Couro - Milla Artefatos de Couro - Ricardo Haupt - Indústria de Calçados Bokalino |
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11/05 Feira espera reunir 5 mil visitantes
De 23 a 25 de maio, no parque da Festa da Uva, em Caxias do Sul, será realizada a Logismat Sul - 5ª Feira e Simpósio de Logística do Sul, com a participação de cerca de 80 expositores. O evento, destinado aos setores de transporte, logística, movimentação e armazenagem de materiais, deverá reunir um público formado exclusivamente por empresários, executivos, engenheiros e técnicos da indústria e do comércio, com uma expectativa de 5 mil visitantes. A feira e simpósio vão abranger os segmentos de equipamentos de transporte, movimentação e amazenagem, seguros de transporte e cargas, operadores logísticos, OTMs, armazéns gerais, portos, tecnologias e sistemas que aumentam a eficácia das atividades logísticas, código de barras e radiofreqüência.
O objetivo do evento, promovido pela paulista Imam Feiras e Promoções Ltda, é aquecer os negócios na área de logística no Rio Grande do Sul. Empresas desses setores podem entrar em contato com a empresa promotora pelo telefone 0xx-11-5575-1400. Durante a promoção será oferecido o curso Introdução à Logística. O objetivo é oferecer ferramentas para entendimento dos conceitos básicos do processo logístico com o controle de custos, para tornar a empresa mais competitiva em relação à nova ordem econômica mundial.
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04/05
Um convênio entre a Prefeitura Municipal e o Sindicato das Indústrias de Calçados de Farroupilha, assinado na noite desta quinta-feira, na sede do Sindicato, 18 empresas locais irão participar da Feira Nacional do Calçado (Fenac), que acontece de 11 a 14 de junho, em Novo Hamburgo. Com a oportunidade de participar da feira, as empresas da cidade poderão mostrar seus produtos e articular negócios nos quatro dias de evento.
As empresas que participarão são Italeoni Calçados, Calçados Alsy, Semafer Artefatos de Couro, Calçados Sindra, Palácio das Carteiras Artefatos de Couro, Vizzione Artefatos de Couro, Calçados Boessio, Calçados Enry, Indústria de Calçados Campeol, Indústria de Calçados Cenci, N.A. Indústria de Calçados, Indústria de Calçados Locatelli, Indústria de Chuteiras, Time - Out Indústria de Artefatos de Couro, Milla Artefatos de Couro, Ricardo Haupt e Indústria de Calçados Bokalino.
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04/05
reduz o consumo de chuveiros
O técnico em eletrônica Abahão Lincoln Soares de Lima, 37 anos, residente em Farroupilha há quase 10 anos, projetou e idealizou um cano elétrico para ser instalado no chuveiro. O equipamento possibilita que o usuário economize quantia sensível de energia em dias quentes (cerca de R$ 1,50 por pessoa ao mês) e tome banho com água mais aquecida, que o chuveiro permite durante o inverno, período em que esse consumo aumenta um pouco. O técnico explica que começou a pensar em algo que reduzisse o consumo, pois sua família era grande e os altos custos da conta da luz eram ocasionados principalmente pelo chuveiro. “O aparelho nasceu aqui. Comecei a pensar nele em 1997 e, em 1999, terminei”, destaca. No entanto, a produção é feita em Presidente Lucena (RS), porque o técnico possui um pavilhão na cidade. A empresa de nome Microcenter emprega 70 pessoas e tem uma produção média de 800 a mil canos aquecedores por mês.
Conforme Lima, o produto ainda não está no mercado de Farroupilha, mas em Caxias do Sul, por exemplo, cerca de 500 residências já utilizam. De acordo com ele, principalmente agora, com essas campanhas de redução de consumo, as vendas estão se fortalecendo, sendo que não é só o Rio Grande do Sul que está utilizando o aparelho, mas diversos estados do Brasil, como São Paulo, Rio de Janeiro e Distrito Federal.
Além da conta mensal ficar mais aliviada e a água ficar mais quente no inverno, o uso do aparelho evita os blecautes, pois o consumo de energia vai reduzir sensivelmente no horário de pico (18h30min às 21h - horário que as pessoas mais tomam banho).
O equipamento No mercado, o aparelho tem slogan “Aquece a água no inverno; economiza energia no verão”, custa R$ 59,00. Diferentemente dos demais canos, ele tem uma resistência de aproximadamente 40 centímetros, o que possibilita que a água se aqueça mais rapidamente. Quando for um dia quente, mas que não é possível tomar um banho com a água completamente fria, o usuário pode deixar o chuveiro acionado na temperatura mínima e utilizar apenas o aquecedor. Nos dias mais frios, o aquecedor complementa até a temperatura máxima que o chuveiro pode oferecer. |
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04/05 Instrumento ajuda encontrar vagas
O vereador João Silvestrin (PT) denunciou na sessão de quarta-feira suspeita de superfaturamento nas obras de redistribuição nas redes de energia elétrica do Parque Cinqüentenário, no valor de R$ 7.735,92. Segundo Silvestrin, uma das principais evidências de irregularidade é que o autor do projeto não foi o setor de engenharia da administração municipal.
O vereador conta que, a partir de uma denúncia anônima, investigou o caso. O primeiro passo foi encaminhar ao Executivo um pedido de informações sobre o trâmite da obra. “A prefeitura nos mandou o processo sem nota fiscal”, explica Silvestrin. Agora, Silvestrin pretende encaminhar a denúncia para investigação do Ministério Público. Apresentado quarta-feira, o requerimento para que uma comissão especial da Câmara vistorie a obra teve a votação adiada pelo líder do PMDB, Juvelino De Bortoli.
O prefeito Bolivar Pasqual garante estar tranqüilo quanto à transparência dos serviços. Esclarece que obras com valor até R$ 15 mil não necessitam de licitação e, quando se trata de empreitada global, como a do Cinqüentenário, não é preciso a nota detalhar o que é mão-de-obra e o que é material. Quanto à elaboração do projeto, Pasqual explica que a prefeitura teve que se socorrer de uma empresa por não contar com técnico para executar o serviço.
O prefeito classificou de inconseqüente a atitude de Silvestrin. “O vereador está fazendo uma afirmação sem conhecimento de licitação e está sendo irresponsável ao envolver a administração, o prefeito, nome de pessoas e empresas”, criticou Pasqual, que pretende estudar uma ação judicial contra o parlamentar.
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