Farroupilha, RS,
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Arquivo - Editoria: Economia Matérias do mês de junho de 2001: 01/06 Município retoma seu crescimento industrial 08/06 11ª Fenakiwi investe em campanha publicitária 08/06 Pesquisa mostra perfil dos exportadores locais 08/06 ADVB promove o 9º Congresso de Vendas 08/06 Registro: agasalho 15/06 Empresas locais buscam novos mercados na Fenac 15/06 Fenakiwi estréia na TV 15/06 Metalúrgicos negociam acordo 22/06 Fenac anima indústrias 22/06 Evento supera as expectativas 22/06 Setor renova auto-estima 22/06 Investimentos 22/06 Aposta na recuperação do mercado 29/06 Começa a aposta na olivocultura 29/06 Cidade vai ganhar um novo shopping em 2002 29/06 Novas culturas devem ser incentivadas Voltar para editoria Economia atual              Voltar ao topo  |
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29/06
na olivocultura
Nem a fina chuva e os 10 graus registrados na manhã da última segunda-feira impediram o engenheiro agrônomo e viveirista Charles Pontalti, 41 anos, de realizar um sonho: oficializar o reinício do cultivo da oliveira no município, Estado e país. Em sua propriedade de sete hectares localizada em Linha Amadeu, foram plantadas as primeiras oito mudas de um total de 80 que serão fornecidas pela Agromillora Catalaña, da Espanha, que forma joint-venture com a Agromillora de Brotas, interior de São Paulo. “Se vai ser a melhor região, ainda não sabemos, pois esse é o primeiro passo”, explica Pontalti, ao se referir às experiências que serão feitas em outros pontos do município e Estado para a apuração do local mais adequado à cultura.
As primeiras mudas são da variedade Arbequina, cujo aproveitamento é mais propício para a fabricação do azeite de oliva. No próximo ano, serão plantadas em Farroupilha outras espécies, inclusive às destinadas ao consumo in natura (azeitona em conserva). “Trata-se de uma espécie rústica, produtiva, precoce e autofértil, ou seja, não depende de polinizadores”, explica o consultor de culturas agrícolas Marcelo Meralato, mestre e doutor da Universidade de São Paulo (USP) que dará acompanhamento técnico ao cultivo. “Já que não existe pacote tecnológico pronto, precisamos nos adaptar às condições”, justifica, acrescentando que os primeiros resultados só começarão a surgir em no mínimo dois anos.
Segundo Meralato, um dos pontos que favorece o Rio Grande do Sul na olivocultura é a localização geográfica, que se encontra na mesma faixa de latitude da Argentina, África do Sul e Austrália. Em compensação, o solo precisa ser corrigido, com adubação correta. “Depois, é só aplicar adubo de manutenção com base na diagnose das plantas, expectativa de produção e análise do solo”, detalha o técnico.
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29/06
novo shopping em 2002
A cidade, que já é conhecida no país pelo forte potencial malheiro e de confecções, ganha mais um estímulo com a construção do Farroupilha’s Center, um centro comercial que vem se somar aos demais shoppings de produtos pronta-entrega existentes no município, porém com um diferencial, especializando-se e voltando-se exclusivamente ao atendimento de lojistas, o que irá acarretar também um horário diferenciado no atendimento.
O empreendimento, cujo projeto e construção pertencem à BBSS Arquitetura e Edificações, ficará localizado às margens da RS-122, em frente à Trombini Papel e Embalagens Ltda, devendo comportar 126 lojas em aproximadamente 10 mil metros quadrados de área.
O anúncio oficial de implantação desse novo empreendimento empresarial aconteceu na manhã da segunda-feira, dia 25, no salão nobre da prefeitura, com a presença de autoridades, empresários e representantes da construtora. Entre os quais, Arielson Arsego, secretário municipal de Indústria, Comércio e Turismo; Renato Bellaver, presidente da Câmara de Indústria, Comércio e Serviços; Wilson Cignachi, vice-prefeito; Bolivar Pasqual, prefeito; Nilton Bozzetti, sócio da BBSS, e Antônio Chiele, presidente da Câmara de Vereadores.
O sócio da BBSS, Nilton Bozzetti, salienta que o empreendimento vem solidificar a importância que as empresas dos segmentos ali instalados exercem para a economia de Farroupilha. “Mais este shopping, embora com características que o diferenciam dos demais já existentes, solidifica o destaque que a cidade tem no país em relação à produção de malhas e confecções”, declarou. Para a elaboração do projeto, a empresa buscou informações junto a shoppings similares nos estados de Santa Catarina e São Paulo.
O projeto conta com o apoio da prefeitura municipal, que está viabilizando o alinhamento do terreno, a terraplenagem e a canalização do córrego existente no local. Além disso, em parceria com o Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac), através do Balcão do Trabalhador, está fomentando o treinamento dos futuros funcionários, com cursos voltados para as áreas de atendimento ao público, crédito e cobrança, grafotoscopia, emissão de cupom e nota fiscal e programa de qualidade total, entre outros. A estimativa é que sejam gerados aproximadamente 300 novos postos de trabalho com a inauguração do Farroupilha’s Center.
Para o prefeito Bolivar Pasqual, o centro comercial é exemplo de que Farroupilha está no rumo do crescimento, por isso do apoio do poder público municipal, mesmo com as dificuldades financeiras existentes. “Estamos dando total apoio apesar das dificuldades enfrentadas, porque é algo que irá beneficiar a todos os fabricantes do ramo existentes na cidade, sem conflitar com os demais, em função das características do empreendimento”, destacou. Os espaços do novo shopping farroupilhense de produtos pronta-entrega começam a ser comercializados no dia 7 de julho.
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29/06 Novas culturas devem ser incentivadas
Além da oliveira, outras duas culturas devem ser incentivadas pela prefeitura. Segundo o secretário de Agricultura, Clóvis Zanfeliz, em cujo mandato como prefeito (1989/92) iniciou-se o plantio do kiwi no município, o mirtilo e o alquequenje são frutas que terão apoio da administração municipal.
Em agosto, a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) de Pelotas deverá enviar coleções de mudas de mirtilo para experiências no interior do município. Embora tenham sido solicitados em torno de mil pés, ainda não está definido quantos serão distribuídos aos interessados. O critério da Associação Riograndense de Empreendimentos de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater) é de acordo com as regiões do município onde o microclima é mais adequado para o cultivo.
Quanto ao alquequenje, fruta com propriedades medicinais, utilizada no tratamento da gota e de cálculos em geral, segundo Zanfeliz, a Universidade Luterana do Brasil (Ulbra) ficou de analisar o potencial de comercialização.
Sobre o kiwi, Zanfeliz lembra que as primeiras mudas foram importadas do Chile, em 1992, e atualmente a fruta, plantada em 115 hectares do município, rende 1,2 milhão de toneladas por ano.
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22/06
Se há uma palavra que possa resumir o sentimento dos empresários farroupilhenses em relação à Feira Nacional do Calçado (Fenac) 2001 - Estilo Couromoda, o termo correto é entusiasmo. Os expositores locais avaliam como muito positiva a participação no evento, aberto terça-feira ao meio-dia e com encerramento previsto para esta sexta-feira, em Novo Hamburgo. Tida como uma oportunidade para apresentação de modelos e contato com lojistas para futuros negócios, a feira chegou a proporcionar muitas vendas diretas.
A Bokalino, há cinco anos no mercado e estreante na feira, é uma das empresas que tem motivos de sobra para comemorar. Só no primeiro dia, comercializou 10 mil pares, mais do que produzem diariamente os cerca de 140 funcionários da empresa, cuja linha de produção se destaca pelas sandálias e tamancos femininos para adultos e crianças. “Em um ou dois dias, as expectativas estão excepcionalmente cumpridas”, garante o gerente comercial, Gilmar Serafin.
Segundo ele, o objetivo da presença da fábrica no evento não é o volume de vendas, mas a aproximação com o mercado. “A venda é conseqüência disso”, define. Conforme Serafin, a Bokalino, que começou a exportar na Couromoda recentemente realizada em São Paulo, fechou negócios com clientes brasileiros e das Américas do Sul e Central.
A mais antiga empresa do ramo em atividade no município, a Calçados Enry, há 45 anos no mercado e com 45 funcionários que produzem 500 pares/dia, é outra que está animada com os resultados. “A feira está muito boa, estamos conseguindo bastante contatos, e os pedidos efetuados nos surpreendem, bem como a visitação”, revela o diretor, Adalberto Fagherazzi. Segundo ele, como a linha de produção é destinada exclusivamente a sandálias masculinas, a venda foi facilitada devido à proximidade com o Dia dos Pais.
A Italeoni Calçados, responsável por 20 empregos diretos, produção diária de 150 a 200 pares de sapato masculino e com perspectiva de faturar R$ 700 mil em 2001, também se considera satisfeito com a Fenac. “No primeiro dia, vendi mais que na feira de Gramado, a qual pretendo abandonar se esta vingar”, admite o diretor da empresa, João Carlos Reolon. “Das que já participamos, é a melhor em vendas”, confessa o fabricante, ao revelar que nos dois primeiros dias já haviam sido comercializados em torno de mil pares, quase 500 só para a Gabriela, rede de 27 lojas localizada em Mato Grosso.
O Palácio das Carteiras, que emprega 42 funcionários e abastece principalmente Rio de Janeiro e São Paulo, comercializou até o segundo dia da Fenac cerca de 1.500 peças, de um total de 4 mil esperadas até o encerramento da feira. “O que predominam são contatos e pesquisa de preço”, declara o sócio-gerente Gilmar Fontanella. Embora o carro-chefe seja a carteira de bolso feminina, a empresa produz cintos, porta-cheques e pastas executivas e prepara para lançar em breve, em Gramado, capas para telefone celular e luvas industriais.
A Calçados L’Hombre, que produz diariamente 300 pares de sapato masculino e 1.200 pares de tênis infantil, classifica apenas a visitação como boa, além de contatos com clientes argentinos. O diretor da empresa, Osilio Dal Pizzol, reclama das baixas vendas, as quais espera que aumentem após a Francal, em São Paulo. “Para comprar verão, ainda é cedo, e os produtos de inverno já foram adquiridos”, compara o empresário, para quem a feira tem mais o perfil de apresentação de modelos. “A venda vem depois”, explica.
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22/06 Evento supera as expectativas
A movimentação da Feira Nacional do Calçado (Fenac) 2001 - Estilo Couromoda superou a expectativa inicial dos organizadores de receber 10 mil visitantes nos quatro dias do evento, que se encerra nesta sexta-feira. Até as 18h da quarta-feira, foram registradas 10.500 pessoas, vindas de todos os estados brasileiros, com reforço de 530 estrangeiros, nos quais se destacam os argentinos, que chegaram a 200 dois dias antes do encerramento da feira.
Segundo o presidente do evento, Francisco Santos, 70% são compradores (lojistas, importadores, atacadistas e distribuidores). Para a direção da Fenac, os números já apurados confirmam que a moda em calçados para a primavera-verão está lançada e definida a partir do evento.
Além da superação da estimativa de visitação e da confirmação de muitos negócios, a Fenac Estilo Couromoda possibilitou também a avaliação da situação argentina e seus reflexos para o setor calçadista. Na manhã da última quarta-feira, a Comissão de Economia da Assembléia Legislativa reuniu as lideranças empresariais. Apesar das dúvidas que ainda pairam a partir dos anúncios do governo argentino, na prática, os empresários daquele país estão fechando importantes negócios na feira.
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22/06 Setor renova auto-estima
A auto-estima do setor coureiro-calçadista local está de volta. É o que garante o presidente do Sindicato das Indústrias de Calçados de Farroupilha, Adalberto Fagherazzi. Para ele, a presença das 16 empresas do município na Feira Nacional do Calçado (Fenac) 2001 - Estilo Couromoda está tendo o poder de resgatar a motivação dos empresários farroupilhenses, em baixa desde o final dos anos 80, década de auge do produto. “O lojista está surpreso porque imaginava que não adiantaria mais se deslocar a Farroupilha para comprar calçado”, revela Fagherazzi, para quem a simples satisfação dos clientes já justificaria o apoio da prefeitura na locação do espaço às empresas. “A participação do poder público foi fundamental”, destaca.
O presidente do sindicato acredita que, mesmo com o fechamento de algumas empresas na década de 90, a divulgação do setor deveria permanecer. “As (indústrias) remanescentes perderam a motivação”, explica, em tom de lamentação. Para Fagherazzi, a reaproximação das empresas com os lojistas é o primeiro passo para a revitalização do setor. “Nosso crescimento depende da economia nacional, mas também de apostas em novos mercados e no aumento da produção”, declara.
Segundo ele, apesar da solidez das empresas, o crescimento é vagaroso, já que o trabalho para o calçado voltar a ter boa participação na economia do município é a longo prazo. “Não queremos ser o carro-chefe porque não dá para sonhar com 10 mil, 15 mil empregos a curto prazo”, calcula. “Pode ser reduzido, mas ainda somos um pólo calçadista”, pondera, acrescentando que o setor, que já chegou a empregar 8 mil trabalhadores, hoje conta com 2 mil empregos diretos e, através de uma previsão otimista, poderá atingir o dobro.
Conforme Fagherazzi, a crise argentina tem reflexos na indústria calçadista, que precisa se ajustar a modificações provocadas por eventuais edições de pacotes do vizinho país. “Mas normalmente o mercado acaba se adaptando, até porque a Argentina não tem produção interna suficiente para suprir a demanda”, informa.
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22/06 Investimentos
O prefeito Bolivar Pasqual esteve presente na abertura da Fenac. A prefeitura, com investimento de R$ 29,8 mil, adquiriu uma área de exposição para abrigar as empresas de Farroupilha, reduzindo assim seus custos em 50%. Para Pasqual, esse apoio representa um investimento na geração de empregos.
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22/06 Aposta na recuperação do mercado
Uma oportunidade de voltar ao mercado. É assim que a Indústria de Chuteiras Ltda, que tem na chuteira Club Sul o carro-chefe, avalia a participação na Feira Nacional do Calçado (Fenac) 2001 - Estilo Couromoda. “É um desafio”, comenta um dos diretores da empresa, Rogério Covolan, que assumiu a fábrica há um ano e meio com o objetivo de incluí-la em feiras e recolocá-la de forma competitiva no mercado, onde já teve forte atuação. “A finalidade aqui não é a venda, mas mostrar que estamos de cara nova”, revela Covolan, que classifica de “muito boa” a feira. Segundo ele, os maiores contatos são feitos com os estados do Sul e do Sudeste e, no Mercosul, Uruguai e Argentina. A empresa produz cerca de 100 pares/dia de chuteiras de futebol 7 e de campo, adulto e infantil.
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15/06
novos mercados na Fenac
Dezesseis indústrias de Farroupilha do setor calçadista participam a partir da próxima terça-feira, dia 19, até o dia 22 de junho da Fenac - Estilo Couromoda 2001, em Novo Hamburgo. Esta será a 45ª edição da tradicional feira gaúcha e a primeira sob a gestão da Couromoda, que contará com a presença dos maiores lojistas do Brasil.
Uma forma que pode dimensionar a importância do evento à indústria é o fato de que a direção da feira vai bancar a visita das 250 maiores redes lojistas do país, o que deverá constituir-se em excelente oportunidade de bons negócios e contatos.
Essas 16 empresas farroupilhenses estarão na Fenac com o apoio institucional do Sindicato da Indústria de Calçados, que intermediou todos os contatos para facilitar esse mercado aos seus associados.
Também como incentivo a essa oportunidade o município dispensou recursos para que as indústrias locais pudessem colocar os seus produtos nessa vitrine nacional, subsidiando 50% dos gastos com os estandes, que terão um custo global de R$ 24 mil.
As indústrias de Farroupílha vão ocupar uma área conjunta de 240 metros quadrados para exposição de seus produtos durante a Fenac, na qual poderão ser feitos negócios diretos ou mesmo a abertura de contatos com futuros clientes de todo o país.
O setor hoje em Farroupilha conta com 90 empresas, com uma oferta de 1,5 mil postos de trabalho. A Fenac é mais uma oportunidade de abertura de mercados para o setor que depois da crise da metade da década passada começa a dar sinais de boa recuperação.
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15/06 Fenakiwi estréia na TV
Estréia neste domingo, dia 17, o VT promocional da 11ª Festa Nacional do Kiwi (Fenakiwi) em três emissoras de televisão do Estado: RBS TV Porto Alegre (canal 12), RBS TV Caxias (canal 8) e TV Pampa (canal 4), afiliada da Rede Record. Serão três inserções diárias durante os intervalos comerciais da grade de programação das emissoras, variando em alguns horários específicos de acordo com a audiência. A peça publicitária exibe frutas falantes diversificadas. “Buscamos criar um diferencial com relação às demais festas, sempre muito parecidas e tradicionais, batendo na tecla da italianidade”, explica o publicitário Guto Walker, diretor de criação da JJD Proequipe, agência contratada para administrar a publicidade da Fenakiwi. Destaca ainda que o enfoque da produção é a alegria e a motivação para visitar o evento.
A estratégia proposta de variar slogans nas peças gráficas vale também para o VT, que utiliza as chamadas “A melhor de todas as festas” e “A festa das festas”. Já o jingle de rádio estréia nesta sexta-feira nas emissoras da região, obedecendo o mesmo conceito utilizado nas demais peças publicitárias da campanha de divulgação, com vozes e trilha musical animada para as frutas, que convidam os ouvintes para a Fenakiwi. A festa será realizada em três finais de semana de julho, dias 6, 7 e 8, 13, 14 e 15, 20, 21 e 22. A Fenakiwi, além da feira com cerca de 160 expositores, vai mostrar todo o potencial da indústria e do comércio de Farroupilha.
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15/06 Metalúrgicos negociam acordo
O dissídio dos trabalhadores metalúrgicos de Farroupilha está em discussão, através dos sindicatos patronais e da categoria, ambos com sede em Caxias do Sul. A data base de reajuste salarial é 1º de junho. De acordo com o protocolo estabelecido pelas duas entidades, as reuniões serão realizadas nos dias 18 e 21, no Centro Poliesportivo do Sesi, em Caxias do Sul. Nos últimos anos as direções dos dois sindicatos têm chegado a um acordo.
Para João Cláudio Pante, presidente do Sindicato das Indústrias Metalúrgicas e de Material Elétrico, uma avaliação do processo vai depender do andamento das reuniões, mas acredita que haverá novamente um acordo, apostando na possibilidade de que ele venha a ocorrer a tempo de introduzir o índice na folha de pagamento do mês de julho. “Faremos todo o esforço nesse sentido”, afirma o presidente do sindicato das indústrias.
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08/06
campanha publicitária
A campanha publicitária da 11ª Festa Nacional do Kiwi (Fenakiwi) já começou nos meios de comunicação de Farroupilha, com projeto de intensificação a partir do dia 14 de junho, quando também começará a ser veiculado nas emissoras de TV da Capital o VT promocional de 30 segundos. Enquanto isso, estão sendo feitas visitas de divulgação. Por exemplo, na decisão do Campeonato Gaúcho, domingo passado, entre Grêmio e Juventude, a comitiva da Fenakiwi esteve no estádio Olímpico, onde passou por 38 cabines de rádio e de televisão, distribuindo material de divulgação, além do próprio kiwi. Também como parte da campanha, a direção da Fenakiwi determinou a instalação de outdoors e painéis à margem das estradas da região.
Igualmente, outros detalhes da organização estão sendo finalizados, como o acerto com a Clim-Sul para realização da limpeza dos pavilhões durante o evento, em julho, revelou o presidente da comissão organizadora, secretário municipal da Indústria, Comércio e Turismo, Arielson Arsego. Também detalhes como a aquisição da fruta para distribuição entre os compradores de ingresso aos pavilhões estão definidos. São esperadas 70 mil pessoas, das quais cerca de 35 mil pagando ingresso nos pavilhões da festa. Foram adquiridos 5.230 quilos de kiwi de produtores do município a um preço total de R$ 3.538,00. Esse kiwi está armazenado na câmara frigorífica do município.
A menos de um mês da abertura do evento, no dia 6 de julho, outros preparativos estão sendo intensificados. “Enquanto algumas empresas estarão retornando à feira, outras estarão estreando nos pavilhões em 2001”, informa material de divulgação da festa. Destaca que a ITM, a Bigfer e a Malharia Anselmi são algumas das empresas que participam pela primeira vez do evento. A peça acrescenta ainda que a Estofados Dorigon, a Grendene, a Tecnovidro, a Indústria de Estofados Sulandês e a Bolsas Tonin retornam aos estandes. A montagem final dos estandes de exposição, segundo Arielson Arsego, deverá ocorrer nos dois últimos dias antes da Fenakiwi. Serão cerca de 160 expositores, além de uma programação de shows e espetáculos que está sendo finalizada pela comissão organizadora.
A Fenakiwi será realizada em três finais de semana de julho, dias 6, 7 e 8, 13, 14 e 15, 20, 21 e 22, sextas-feiras, sábados e domingos, no parque Cinqüentenário. O preço do ingresso está fixado em R$ 3,00. Também R$ 3,00 é o preço do estacionamento de veículos.
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08/06 ADVB promove o 9º Congresso de Vendas
O diretor comercial de Lojas Colombo, Olivar Berlaver, será palestrante do 9º Congresso de Vendas da ADVB, que será realizado no próximo dia 20, das 8h às 18h, no centro de eventos do Hotel Plaza São Rafael, em Porto Alegre. Trata-se do principal evento do setor no Rio Grande do Sul e busca a capacitação e o desenvolvimento dos profissionais de vendas dos mais diversos setores para um mercado cada vez mais competitivo e globalizado.
Este ano, o evento terá a presença do economista Luiz Paulo Rosemberg, que abordará “Cenário e tendências econômicas para as vendas no segundo semestre de 2001 e 2002”. No painel dos dirigentes de vendas de sucesso, o diretor-presidente da Renner Hermann, Marcos Hermann, falará sobre “O vendedor real e o vendedor virtual, a fusão do sucesso”. No mesmo painel, Olivar Berlaver fará palestra sobre “Como ser um vendedor de sucesso no varejo”, e o vice-presidente da Elegê/Avipal, Paulo Vellinho, encerrará com um depoimento especial sobre “O vendedor self-made man, trajetória de sucesso”. O consultor motivacional Rogério Caldas dará dicas de “Como ser um vendedor vencedor”.
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08/06
dos exportadores locais
As empresas exportadoras e importadoras de Farroupilha apontam elevado grau de insatisfação com as normais governamentais com relação a suas operações. Essa é uma das constatações da pesquisa “A visão do empresariado farroupilhense no comércio exterior”, realizada por alunos da disciplina de Pesquisa Mercadológica, do Núcleo Universitário de Farroupilha (Nufar). O trabalho apresentado na noite da última quarta-feira, para um auditório lotado, mostra que para 64% dos exportadores a atuação governamental é insatisfatória. Apenas 36% dos exportadores se disseram satisfeitos sobre esse item.
A pesquisa atingiu um universo de 840 empresas, das quais foram selecionadas aquelas com mais de 20 funcionários, totalizando 64 empresas. A pesquisa foi realizada entre 15 de abril e 30 de abril passado, com uma margem de 98% de confiabilidade. A margem da pesquisa é de 2% para mais ou para menos. Nessas empresas trabalham 6.920 funcionários, sendo que nas 10 maiores trabalham 4.130 pessoas. Do universo pesquisado, 87% das empresas exportadoras têm mais de oito anos de atuação no mercado, sendo que 36% delas estão atuando há mais de 29 anos.
As 64% que manifestam insatisfação com o governo apontam como solução a diminuição da burocracia alfandegária, diminuição dos custos portuários, maior dinamismo e eficácia nos acordos internacionais, maior coerência pela da fiscalização e melhor divulgação dos incentivos fiscais. Já a insatisfação dos importadores atinge 73% das empresas pesquisadas. As principais queixas são burocracia alfandegária, falta de coerência da legislação, altos impostos, demora na liberação alfandegária e constantes greves na Receita Federal.
O trabalho dos alunos do Nufar, com referência à qualificação profissional, constatou que a maior demanda está nas empresas que exportam, onde existe carência de profissionais com conhecimento nas áreas operacional e comercial, que requerem domínio de idiomas, facilidade de comunicação, conhecimento na área de comércio exterior, dinamismo e visão de mercado. No caso das importadoras, 97% recorrem a empresas que prestam serviço nessa área, dispensando a intervenção de profissionais qualificados internamente.
Outro item da pesquisa mostra que as respostas das empresas quanto aos produtos brasileiros no exterior indicam que a qualidade é classificada como excelente por 22% das que responderam ao questionário, bom por 65% e razoável por 13%.
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08/06 Registro: agasalho
As Lojas Colombo promovem, entre os dias 11 e 30 de junho, a Campanha do Agasalho 2001 em todas as lojas da rede no Rio Grande do Sul, em parceria com a LG Eletronics. O objetivo é incentivar o recolhimento de agasalhos e alimentos não-perecíveis para entrega a entidades beneficentes do Estado. Os donativos serão encaminhados a duas entidades assistenciais de cada cidade onde a Colombo está presente escolhidas pelas pessoas que realizarem doações.
Quem participar da promoção receberá um cupom para votar na entidade de sua preferência, concorrendo ao sorteio de 50 microondas LG. A rede de lojas Colombo também está promovendo a Campanha do Agasalho nos Estados do Paraná e Santa Catarina, em conjunto com a TIM.
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01/06
crescimento industrial
A economia do município está mudando, com a retomada do crescimento industrial, especialmente no setor calçadista com o incremento das exportações. A 11ª Festa Nacional do Kiwi (Fenakiwi) será uma bela promoção. A partir desses temas, o secretário municipal da Indústria, Comércio e Turismo e presidente da comissão oganizadora da Fenakiwi, Arielson Arsego, desenvolveu sua palestra, na última segunda-feira, na sede do Jornal O Farroupilha, dentro do Projeto JF de Portas Abertas, pelo qual, mensalmente, são ouvidas lideranças comunitárias sobre o seu segmento, com o objetivo de estreitar ainda mais as relações do jornal com a sua comunidade, conforme explicou o diretor da empresa, Jorge Bruxel.
O secretário lembrou sua trajetória até chegar aos postos atuais. Foi dirigente comunitário, suplente de vereador e vereador pelo PMDB, tendo obtido 1.144 votos na eleição de 1996. Na Secretaria, Arsego observou que, apesar da dificuldade de recursos orçamentários, o trabalho se desenvolve com resultados positivos no sentido da geração de renda e de empregos. É o caso de instalação de novas empresas no município, com muitos pedidos de cedência de terrenos, cuja compra de áreas depende de previsão orçamentária, o que já está limitado este ano. Destacou o caso do Distrito Industrial do Burati, cuja infra-estrutura depende de cerca de R$ 800 mil, para o qual as 17 empresas do conjunto até se dispõem a participar com 50% do investimento. Diante dos sinais de retomada do crescimento industrial, Arsego destacou que “o importante é acreditar no potencial de Farroupilha”.
Na área do turismo, o secretário observou que o setor tem peculiaridades em que “é preciso plantar para uma colheita de longo prazo”. O tema será discutido em um fórum no próximo dia 9, com o objetivo de formatação de um produto com a organização de um roteiro turístico. “É preciso apoio e investimentos”, afirmou Arsego. Entretanto, ele destacou o turismo comercial, através dos centros de compra, e o religioso, em que o destaque é a Romaria a Caravaggio, com visitação em todos os finais de semana. Mas o próprio Arsego alertou para a necessidade de que essas pessoas também sejam atraídas para a cidade. Para esse incremento, o município planeja um folder para divulgar os atrativos.
Sobre a Fenakiwi, ao lado da certeza de que “será uma bela festa”, Arsego enfatizou o trabalho que está sendo feito, como, por exemplo, na decoração que será executada pela Secretaria de Educação e Cultura. “Não vamos gastar tanto”, disse, fazendo comparação com os R$ 16,8 mil gastos no ano passado.
Além dos 160 expositores tradicionais, a maior novidade da Fenakiwi este ano é a confirmação de várias empresas que não participavam do evento. São empresas que vão mostrar o potencial de Farroupilha.
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