Farroupilha, RS,
  Apoio:            


Economia
 
Capa    Colunistas    Enquete    Esporte    Expressões    Geral    Opinião    Painel    Polícia    Política    Sociais

Arquivo - Editoria: Economia
Matérias do mês de julho de 2001:

06/07 Casa do Trabalhador é inaugurada oficialmente

06/07 Feira incentiva piscicultura

06/07 CDL destaca vitrine criativa e original

06/07 Final de semana movimenta Feira de Inverno

13/07 Empresa de Taiwan vai se instalar no município

13/07 Negócios na Fenakiwi agradam os expositores

13/07 Setor malheiro aguarda frio

20/07 Crise argentina reduz exportações de calçado

20/07 Empresários discutem projeto para feiras

20/07 Comerciantes festejam data

20/07 Viticultores querem 48% de aumento

26/07 Empresas aprovam a presença na Fenakiwi

26/07 Novidade - Equipamento

26/07 Likida oferece 500 prêmios


Voltar para editoria Economia atual              Voltar ao topo 


























26/07

Empresas aprovam a
presença na Fenakiwi

As grandes empresas do município destacam como positiva a participação na 11ª Festa Nacional do Kiwi (Fenakiwi) e Feira da Indústria de Farroupilha, uma das maiores novidades em relação às últimas edições do evento. Embora reconheçam que a presença na festa teve uma finalidade mais institucional, de reforço da imagem junto à comunidade e auxílio ao poder público, do que propriamente a venda direta de produtos ao consumidor, os expositores entendem que o resultado foi satisfatório. “A intenção não foi vender e sim mostrar a cara, e recebemos muitos elogios do público, que gostou da nossa empresa”, destaca o gerente administrativo-financeiro da ITM, fabricante de tecidos para o setor calçadista, Lauro Pedro Cignachi. No estande, a empresa expôs, além de fotos alusivas à sua história, tecidos para móveis e decoração e calçados. “Ficamos satisfeitíssimos porque houve muitas visitas”, informa. Segundo Cignachi, embora a ITM tenha por tradição participar anualmente apenas da Feira de Indústrias, Máquinas e Componentes para Calçados (Fimec), em Novo Hamburgo, a presença na próxima Fenakiwi está assegurada. Para a Bigfer, que fabrica acessórios para a indústria moveleira, o evento, apesar de não ter o perfil comercial, também atingiu as expectativas. “Foi muito bom”, resume o supervisor de vendas, Germano Frosi, ao se referir à repercussão da empresa junto aos visitantes locais. Segundo ele, foi a oportunidade para a Bigfer se aproximar da comunidade. “Muitos farroupilhenses que não nos conheciam souberam o que é produzido, revendido e como isso chega ao consumidor”, explica Frosi. Segundo ele, embora a empresa não tenha projetado a possibilidade de participar da próxima Fenakiwi, “a vontade de expor novamente é grande”. Para o Grupo Colombo, a participação na Fenakiwi também rendeu frutos. Embora afirme que o resultado não é imediato, o gerente da filial 36, no centro de Farroupilha, Evair Crocolli, revela que a loja recebeu a visita de clientes que visitaram os pavilhões do Parque Cinqüentenário nos três finais de semana de realização do evento. Destaca que a marca de computadores Compaq, divulgada no estande, apresentou bom retorno de venda, bem como produtos da Telefonica Celular, parceira da rede de lojas. “O fechamento de consórcios também foi saudável”, comenta. O gerente nacional de vendas da Grendene, Luiz Moroni, também considera boa a repercussão do evento. “Os visitantes ficaram impressionados com a nossa linha feminina, que vem crescendo nos últimos anos e já representa 1/3 do faturamento da empresa”, revela.

Voltar ao menu de matérias      Voltar ao topo 


























26/07

Novidade
Uma das maiores novidades dos expositores locais na Fenakiwi foi a bordadeira semi-industrial apresentada pela Máquinas Farroupilha, que despertou grande curiosidade do público por ser programada por computador. Com 213 pontos de costura e decorativos gravados na memória do equipamento a ela acoplado, fora os dois programas de criação de imagens, a máquina - marca Janome e modelo MC 10.000 - borda um palavra de seis letras entre 8 e 10 minutos, em média. “São cerca de 800 pontos (descida da agulha) por minuto, enquanto a máquina caseira produz no máximo 300”, compara o diretor da Máquinas Farroupilha, Zevaldino Remussi. Utilizada para bordados caseiros e industriais, o equipamento conta com linguagem dos programas de informática em cinco idiomas e é adquirido junto a um fabricante japonês que a empresa representa no município, onde é vendido por R$ 7,8 mil.


Voltar ao menu de matérias      Voltar ao topo 


























26/07
Likida oferece 500 prêmios
Começa neste sábado, dia 28, e se estenderá até o dia 12 de agosto, Dia dos Pais, a quarta edição do Likida Farroupilha. O objetivo é cativar e conquistar o cliente a dar preferência às lojas que participam da promoção, com um show de 500 prêmios supresa, informa o presidente da comissão organizadora, empresário Gilmar Gasperin. A meta é a adesão de 200 empresas, nas quais o cliente recebe uma raspadinha conforme as compras, onde está indicado o prêmio a ser retirado no Sindilojas, entidade promotora do Likida. Mesmo que a campanha, que envolve fortes atrativos publicitários - neste sábado começa a rodar um jingle nas emissoras de rádio -, comece neste sábado, os empresários do setor ainda podem aderir a promoção.


































20/07

Crise argentina reduz
exportações de calçado

A crise econômica vivida pela Argentina nas últimas semanas reduziu em aproximadamente 40% as exportações de calçados de Farroupilha para o vizinho país. O dado é do presidente do Sindicato das Indústrias Calçadistas do município, Adalberto Fagherazzi, que não sabe precisar o volume de pares que deixará de ser comercializado. Segundo ele, embora os próprios importadores já tenham cancelado pedidos com empresas locais, o principal motivo da retração é a cautela dos industriais com a falta de crédito da Argentina no mercado internacional devido à elevação do endividamento externo. “Pode dar problema de inadimplência no repasse do dinheiro”, explica Fagherazzi. No entanto, o presidente do sindicato aposta na reversão da crise pelos hermanos. “Há um prejuízo momentâneo, mas vemos com otimismo a recuperação da Argentina com a ajuda de outros países”, analisa, confiante de que os negócios se estabilizem dentro de 60 dias. Fagherazzi esclarece que as empresas de Farroupilha continuam com as relações com outros parceiros do Mercosul, como Chile e Uruguai, com os quais, segundo ele, “tem se efetivado bons negócios”. Segundo o professor de Marketing Internacional e Pesquisa Mercadológica do curso de Comércio Exterior da Universidade de Caxias do Sul (UCS), Sérgio Lovatto, o setor moveleiro da Serra também está sofrendo com o momento ruim que atravessa a Argentina. “O reflexo é imediato”, informa. Lovatto explica que o governo argentino teve que tomar a decisão de exportar mais do que importar para reequilibrar a balança comercial, afetada pela dolarização da economia. Para o professor, os problemas do parceiro de Mercosul não devem causar grandes impactos na desvalorização da moeda brasileira. “O dólar se encontra num estágio quase máximo sobre o real, e a tendência não é de disparada mais do que está”, analisa, acrescentando que se dissipou a cultura de inflação no Brasil a partir do entendimento de que o lucro é obtido na quantidade de produtos vendidos e não na elevação dos preços. Ao comentar as medidas do Comitê de Política Monetária (Copom) para o governo diminuir a pressão sobre o câmbio, Lovatto entende que o país tem grandes problemas para resolver. Entre eles, relaciona providências para a crise de energia elétrica, melhora da imagem e credibilidade política, transições de poder menos traumáticas e retomada da cultura de progresso e empreendedorismo.

Voltar ao menu de matérias      Voltar ao topo 


























20/07
Reunião discute projeto para feiras
Empresários do ramo coureiro-calçadista discutiram com o vice-prefeito Wilson Cignachi, na última quarta-feira, no Parque do Anhembi, em São Paulo, durante a Francal, uma maior participação das indústrias de Farroupilha em eventos do setor no Brasil. Conforme o presidente do Sindicato das Indústrias Calçadistas, Adalberto Fagherazzi, a idéia é a entidade se unir ao poder público municipal para a obtenção de verbas federais que garantam o projeto. “A idéia é incentivar as empresas a participarem de duas feiras e fazermos um calendário”, explica Fagherazzi, acrescentando que as indústrias com maior tradição em eventos funcionariam como espécie de âncoras das demais. Segundo ele, as alternativas são Couromoda, Fenac e Francal. Como estas duas últimas concorrem entre si, por serem no mesmo período e apresentarem os lançamentos da moda primavera-verão, a tendência, conforme o presidente do sindicato, é que a opção recaia sobre a Fenac, em junho, e a Couromoda, que trabalha com a moda outono-inverno no início do ano. “Mas a Fenac terá que se equiparar à Francal”, avisa o sindicalista. Quanto à 33ª Francal - Feira de Calçados, Acessórios de Moda, Máquinas e Componentes, realizada de segunda-feira até a última quinta-feira, Fagherazzi classifica de “muito boa” a participação das empresas locais. Além das Bolsas Tonin, Grendene, Bokalino e Semafer, que expuseram produtos para lojistas e atacadistas do país e exterior, esteve no evento uma comitiva de aproximadamente 15 empresários farroupilhenses.

Voltar ao menu de matérias      Voltar ao topo 


































20/07
Comerciantes festejam data
O Sindilojas, o Sindigêneros e a Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL), entidades que representam o comércio farroupilhense, promovem nesta sexta-feira, dia 20, às 20h, jantar de confraternização comemorativo ao Dia do Comerciante, transcorrido na última segunda-feira, dia 16. O evento acontece no Clube Santa Rita, com animação de Pertile & Cia. Durante a solenidade, a CDL fará a revelação e entregará destaques aos três associados melhor colocados na promoção Decoração de Vitrines Alusiva à 11ª Festa Nacional do Kiwi (Fenakiwi). Da promoção participaram 23 lojas da cidade, que aderiram a campanha, decorando suas vitrines com motivos enaltecendo a realização da maior festa do município. Na oportunidade, estará presente o presidente da Federação das CDLs do Rio Grande do Sul, Carlos Henrique Levandowski, que durante o dia visitará os pavilhões de exposição da festa. O Dia do Comerciante foi criado pela Lei 2048/53, com base na data de nascimento do economista e político José da Silva Lisboa, o Visconde de Cairu, autor da primeira obra sobre economia política em português e inspirador da abertura dos portos, de parte do príncipe regente Dom João, futuro rei Dom João IV, informa o professor Mário Gardelin, no Boletim Mensagem, da Universidade de Caxias do Sul. Cairu nasceu no dia 16 de julho de 1756. É o patrono da classe dos comerciantes.

Voltar ao menu de matérias      Voltar ao topo 


































20/07
Viticultores querem 48% de aumento
Os viticultores reivindicam, para a safra 2002, 48% de reajuste para o preço mínimo do quilo da uva, com base no valor fixado pelo Conselho Monetário Nacional, passando dos atuais R$ 0,25 para R$ 0,37, segundo o Instituto Brasileiro do Vinho (Ibravin). O valor calculado pelo Departamento Intersindical de Estudos e Estatísticas Sócio-Econômicas (Dieese) foi apresentado na 2ª Jornada da Viticultura Gaúcha, em Flores da Cunha, esta semana, que reuniu cerca de 600 pessoas. A mão-de-obra, que representa 40,57% do custo de produção, foi o item que mais pesou na formação do novo preço reivindicado. Na safra de 2001, o custo de produção calculado pelos produtores de uva da região da Serra chegou a R$ 0,33 o quilo.

Voltar ao menu de matérias      Voltar ao topo 


































13/07

Empresa de Taiwan vai
se instalar no município

Farroupilha será sede de uma unidade da Injection Machinery Ltd, empresa com sede em Taiwan (veja localização no mapa), que produzirá no município injetoras para a área calçadista e outros setores industriais, como o plástico e o automobilístico. O anúncio foi feito pela administração municipal na última terça-feira, no final da manhã, em entrevista coletiva à imprensa no salão nobre da prefeitura. Também foram divulgados aos jornalistas os números do primeiro final de semana da 11ª Festa Nacional do Kiwi (Fenakiwi) e Feira da Indústria de Farroupilha e a antecipação de metade do 13º salário do funcionalismo para este mês. Os detalhes da transação foram acertados no início da semana pelo vice-prefeito Wilson Cignachi, desde a última quinta-feira reunido por diversas vezes com três representantes da empresa que se deslocaram à cidade e retornaram ao país de origem na manhã de terça-feira. “Só mesmo uma grande zebra para eles não se instalarem aqui”, revelou Cignachi, que ficou de receber dentro de no máximo 10 dias o sinal verde para a confirmação do negócio, a qual depende de uma consulta dos taiwaneses que vieram a Farroupilha à família que administra a fábrica. Os empresários ficaram de resolver pendências legais, como a importação de equipamentos, processo lento devido à inexistência de relações diplomáticas entre o Brasil e Taiwan. Conforme Cignachi, que foi procurado em fevereiro para tratar do assunto, o município venceu a disputa com o México e diversos municípios, como Garibaldi, que acenou com incentivos para contar com o empreendimento. A Injection Machinery ficará instalada em no máximo 100 dias em prédio alugado da unidade elétrica da Soprano, próximo à Rodovia dos Romeiros. O pavilhão terá que sofrer reforço no piso para suportar o peso dos equipamentos. “Trata-se de uma empresa que utiliza alta tecnologia e que necessitará de mão-de-obra qualificada, daí a importância da Escola Técnica em nosso município”, destacou Cignachi. O investimento será de US$ 1 milhão, com geração de 30 empregos. Tudo na primeira etapa, cuja previsão é de 10 máquinas/mês e faturamento mensal de US$ 200 mil. Inicialmente, o mercado será nacional. A fábrica, que atualmente exporta para 60 países, terá possibilidade de vender máquinas para outros oito ao se instalar em Farroupilha.

Saiba mais

Nome: Lienfa Indústria e Comércio de Máquinas, representante no Brasil e na América do Sul da Injection Machinery Ltd, instalada em Taiwan em 1967. Os diretores são os farroupilhenses Alex Tosin e Antonio Galafassi Produção em Farroupilha: injetoras para a indústria calçadista e outros setores industriais (plástico e automobilístico) e máquinas rotativas para a indústria do calçado e convencionais para as demais indústrias
Início das atividades: de 90 a 100 dias, em pavilhão locado, na 1ª etapa, e dois anos para pleno funcionamento, em prédio próprio a ser construído, na 2ª etapa
Geração de empregos: 30 de imediato e 80 a médio prazo
Produção: 10 máquinas/mês na 1ª etapa e 30 máquinas/mês na 2ª
Faturamento: US$ 200 mil/mês na 1ª etapa e US$ 1 milhão/mês na 2ª
Investimento: US$ 1 milhão na 1ª etapa e US$ 4 milhões na 2ª
Onde fica ?

Taiwan é uma ilha da China e sede do governo da República da China. Tem uma extensão de 36 mil quilômetros quadrados. A capital é Taipei. Taiwaneses (84%), chineses (14%) e nativos (2%) formam a população, de 20,6 milhões de habitantes (dados de 1992). A língua oficial é o chinês mandarim. A religião mais praticada é resultante da fusão do confucionismo, taoísmo e budismo. O arroz é a principal cultura. Possui minas de carvão e são extraídas modestas quantidades de mármore, petróleo, gás natural, sal, cobre, prata, ouro e talco. Destaca-se pela produção de equipamentos eletrônicos e elétricos. Outras indústrias importantes são as de produtos químicos, refinarias de petróleo, indústrias têxteis e produção de plásticos. A moeda é o dólar de Taiwan

Voltar ao menu de matérias      Voltar ao topo 


























13/07

Negócios na Fenakiwi
agradam os expositores

O último domingo, o primeiro da 11ª Festa Nacional do Kiwi (Fenakiwi) e Feira da Indústria de Farroupilha, foi de alegria para os expositores do setor coureiro-calçadista. Que o diga o Grupo Tonin, presente na feira através das suas duas empresas, a Indústria de Bolsas Tonin e a Mario Valentin Artefatos de Couro, que fabricam bolsas em material alternativo e produtos de viagem. “Superou as nossas expectativas”, resume a gerente de vendas, Evonete De Cesaro. Embora sem números para revelar, ela informa que a comercialização atingiu principalmente as bolsas, seguidas de carteiras e demais artigos. Evonete destaca que a maioria dos clientes, após passar pela primeira vez no estande, retornou para compras. “E o consumo vai aumentar, pois o evento está bem organizado e quem o visitou passará adiante a informação”, aposta. “Além disso, o primeiro final de semana é de especulação e posterior retorno para compras”, analisa. Para a Italeoni Calçados, após o baixo movimento na sexta-feira e no sábado, o dia seguinte foi de recuperação nas vendas. “A sexta-feira foi fraca, o sábado bom e o domingo ótimo”, define o diretor João Carlos Reolon, que prefere não revelar o número de pares de mocassins e sapatos masculinos comercializados. O fabricante reclama que as excursões de turistas previstas para a sexta-feira não se confirmaram. “Mas no domingo foi vendido bem, como se fossem as primeiras Fenakiwis”, compara. Reolon só lamenta a falta de atenção a alguns clientes devido à concentração do fluxo de pessoas entre as 11h e 15h e ao pequeno espaço do estande. O empresário acredita que o movimento deste final de semana será semelhante ao já registrado. “Acho que não vai mudar muito”, aposta. O presidente da Câmara de Indústria, Comércio e Serviços (CICS), Renato Bellaver, destaca o setor de cama (edredons, lençóis) como um dos que mais fechou negócios no final de semana. “Houve três expositores cujas vendas foram muito além do previsto”, revela.


Voltar ao menu de matérias      Voltar ao topo 


























13/07
Setor malheiro
aguarda frio

O segmento de malhas e confecções espera frio intenso para melhorar as vendas. A Malhas Cris, que expõe desde as primeiras edições, é uma que aposta na baixa da temperatura. “Os primeiros anos foram bons, depois foi diminuindo a cada ano e, agora, só se o tempo ajudar para melhorar”, analisa a proprietária, Clara Marques. Apesar do calor registrado nos três primeiros dias da festa, ela considera médio o movimento de clientes. Embora revele que a participação na Fenakiwi se deve mais a um pedido do prefeito Bolivar Pasqual do que propriamente ao objetivo comercial, a proprietária da Malharia Anselmi, Maria de Lourdes Anselmi, reconhece que a baixa temperatura e o setor andam juntos. Admite que as vendas, “meio fracas” até agora, só melhorarão “se continuar o frio.” Já a sócia-gerente da Marinello Malhas, Marilene Cecconello, admite que o final de semana não foi bom e, embora elogie a feira, reclama dos concorrentes. “Aplicamos valores para consumidor, mas os outros estão com preço pela metade, e estamos mandando embora os lojistas”, lamenta. “Ano que vem, talvez nem participaremos”, adianta.

Voltar ao menu de matérias      Voltar ao topo 


































06/07

Casa do Trabalhador é
inaugurada oficialmente

A Casa do Trabalhador em Farroupilha, localizada na rua Coronel Pena de Moraes, 765, foi inaugurada de forma oficial na última quarta-feira à tarde, na presença de várias lideranças da comunidade e autoridades como o secretário estadual do Trabalho, Cidadania e Ação Social, Tarcísio Zimmermann. No discurso durante a solenidade, Zimmermann anunciou que a Serra, a exemplo de outras regiões do Estado, será contemplada com um ou dois núcleos do programa Coletivos do Trabalho, que visa recolocar no mercado trabalhadores desempregados há vários anos e que estão sem esperança de reaproveitamento. Segundo o secretário, os municípios a serem beneficiados ainda são desconhecidos. “Vai depender um pouco da demanda”, explica, acrescentando que o critério para escolha das cidades terá como base não só o número de pedidos que chegarem à Secretaria, mas a definição do grupo a ser atendido. Conforme Zimmermann, o programa, que já dispõe de recursos para atender 2 mil trabalhadores ainda este ano, está em fase inicial de execução pelo governo. A Casa do Trabalhador atende principalmente o seguro-desemprego, intermediação de mão-de-obra e programas como o Primeiro Emprego. Também encaminha a confecção da Carteira do Trabalho e Previdência Social (CTPS) e presta informações aos demais projetos da Fundação Gaúcha do Trabalho e Ação Social (FGTAS), como Qualificar-RS, Crédito Assistido e Programa Gaúcho do Artesanato. Quanto ao seguro-desemprego, até o Ministério do Trabalho não instalar o programa de informática específico, é necessário encaminhar o benefício através da estrutura disponível em Caxias do Sul. O local, que já registra 651 desempregados e cerca de 320 jovens inscritos no Primeiro Emprego, foi criado para substituir a antiga agência do Sistema Nacional do Emprego (Sine), desativada no início do ano após o governo do Estado ter rompido o convênio com a prefeitura devido ao fraco desempenho do posto. Após a rescisão do contrato, a agência atendeu de forma provisória nos meses de fevereiro e março enquanto passava por reformas, como transferência de móveis da extinta agência do Sine, pintura de paredes e instalação de computador, fax e telefone. A parceria do governo do Estado agora é com o Sindicato dos Trabalhadores Rurais do município, que cedeu a sala para as novas instalações. Duas atendentes atuam no local, uma delas a coordenadora da Casa, Geni Reis. O telefone é 261-1359.


Voltar ao menu de matérias      Voltar ao topo 


























06/07

Feira incentiva piscicultura
Ela não é uma atividade econômica de peso a ponto de competir com a uva ou com o kiwi, mas aos poucos começa a dar sinais de vitalidade como importante fonte de renda aos produtores rurais. É assim que pensa a Secretaria Municipal da Agricultura em relação à piscicultura, tanto que dedica muita atenção ao desenvolvimento da cultura no município. Não é para menos que o secretário Clóvis Zanfeliz tem um projeto de apoio material ao setor na hora da comercialização. Ele diz que a pretensão é ainda em julho criar uma agro-indústria na Feira do Peixe Vivo, no terminal de ônibus, próximo à antiga Estação Ferroviária. “Tudo vai depender do comportamento do nosso inverno”, planeja. Mas o objetivo do projeto da Secretaria não é só gerar fonte de renda aos psicultores. É, também, colocar à disposição da população uma rica fonte de proteínas a preços mais acessíveis, direto da fonte produtora. Trata-se de uma pequena edificação para que os operadores autônomos executem seu trabalho em melhores condições, oferecendo sua mão-de-obra aos consumidores. O objetivo é que a população compre o peixe vivo e que, ao mesmo tempo, tenha à disposição serviço de limpeza e corte adequado do peixe, tarefa executada por pessoas especializadas e treinadas para a finalidade. Naturalmente que o município não vai interferir nessa relação de negócio, apenas proporcionar maiores facilidades, assinala Zanfeliz. Tanto que esse pessoal não terá nenhum vínculo empregatício com o município. Mas esse não é o incentivo maior pretendido pela Secretaria Municipal da Agricultura. Zanfeliz cita as limitações orçamentárias deste ano para poder fazer o que deseja no sentido de apoiar a cultura na fronte produtora, com melhoramentos e construção de açudes. Isso deve ficar para o ano que vem, quando “teremos um orçamento mais arejado”, diz ele. Mesmo assim, Zanfeliz argumenta que a sua pasta tem duas retroescavadeiras para apoio geral da produção rural, com muitos pedidos para alargamentos de açudes. Diante dessas circunstâncias, Zanfeliz reconhece que o apoio do município à piscicultura tem sido mais institucional este ano, que, de acordo com suas informações, vem dando certo. Só na feira do segundo sábado de junho (a Feira do Peixe é realizada mensalmente no segundo sábado) foram comercializados 1,5 mil quilos de peixe vivo. Ele até faz um cálculo para justificar sua afirmação: um produtor com potencial de 2 mil quilos anuais de peixe, com a feira não precisa esperar o ano todo para vender o produto; que ele venda 200 quilos por mês, terá uma renda extra de R$ 500,00 mensais.

Atividade exige muito trabalho

Produzir peixe não é só esperar que a prefeitura vá à cada propriedade abrir o açude, jogar os alevinos na água e depois pescar os peixes. Tem mão-de-obra envolvida muito exigida para a atividade. Por exemplo, antes da comercialização, os peixes passam por um período de incubação. Tanques de tela são utilizados para que o peixe pescado fique ali por 30 dias antes do transporte até a feira. O secretário Clóvis Zanfeliz explica que esse período é necessário para que o peixe não entre em contato com o lodo dos açudes, além de passar por um período de emagrecimento. É o caso específico da carpa húngara, que com alimentação reduzida elimina bastante sua gordura, tornando uma carne mais consistente ao paladar do consumidor. O preço desses peixes depende da espécie. Os ditos convencionais - carpa capim, prateada e húngara e jundiá - são comercializados na feira por R$ 2,50 o quilo. Mas o xodó da produção é o cat fish (peixe-gato), de origem norte-americana, introduzido na produção farroupilhense este ano e que começa a fazer parte da gastronomia local. “É um peixe magro de carne consistente”, descreve o secretário, que compara: “está mais para côngrio do que para jundiá”. O quilo desse peixe custa R$ 5,00 na feira. Dos 1,5 mil quilos comercializados em junho, 400 foram dessa espécie. Mas Zanfeliz quer baratear esse custo com a difusão do produto e do crescimento da produção.

Voltar ao menu de matérias      Voltar ao topo 


























06/07
CDL destaca vitrine
criativa e original

A Câmara de Dirigentes Lojistas de Farroupilha (CDL) promove a Decoração de Vitrines Alusivas à 11ª Festa Nacional do Kiwi (Fenakiwi), com o objetivo de despertar a criatividade do lojista e vitrinista, incentivar a apresentação da peça mais importante da loja, a vitrine, oferecendo em seu conteúdo a motivação do evento. Não se trata de concurso, mas uma forma de reconhecimento às mais originais e criativas. As fichas de inscrição serão recebidas até esta sexta-feira na sede da CDL, na rua Júlio de Castilhos, 734, sala 221. A comissão julgadora será composta por nove membros indicados pela entidade. O julgamento dos trabalhos ocorrerá entre os dias 9 e 14, mas as vitrines deverão continuar montadas, no mínimo, até o dia 23 de julho. Serão levados em conta a originalidade, considerando idealização do conjunto, ajustamento ao tema proposto e visão do conjunto; e criatividade, com enfoque para o material utilizado, comunicação com o público e concretização da idéia. As três vitrines mais originais e criativas receberão souvenir em jantar no dia 20 de julho em homenagem ao Dia do Comerciante. “Com essa iniciativa estamos fazendo a nossa parte”, diz o presidente Cladir Olimpio Bono. É uma forma de o setor integrar-se ao maior evento do município para que os visitantes encontrem a cidade decorada, recebendo-os em clima de festa.

Voltar ao menu de matérias      Voltar ao topo 


































06/07
Final de semana
movimenta Feira de Inverno

A 12ª Feira de Inverno - Festival da Polenta, Formaio e Vin, de Flores da Cunha, volta a ser realizada neste final de semana. No primeiro, dias 30 de junho e 1º de julho, foram recebidos cerca de 12 mil pessoas, informa a organização do evento, que espera movimentação maior sábado e domingo, dias 7 e 8. Os pavilhões serão abertos das 10h às 22h aos sábados e das 9h às 20h aos domingos. A feira será realizada até o dia 29 de julho, em todos os finais de semana. Para este sábado, além do festival da polenta, formaio e vin, às 12h, na parte da tarde haverá animação do evento com o Galito, mascote da feira; às 16h, curso de degustação e vinho. No domingo, haverá shows com Clau e Roger, Inês Rizzardo, Banda Stúdio e Pala Velho, às 14h; às 16h, teatro de bonecos.

Voltar ao menu de matérias      Voltar ao topo 


































Matérias anteriores

Matérias da editoria de Economia no mês de março de 2001

Matérias da editoria de Economia no mês de abril de 2001

Matérias da editoria de Economia no mês de maio de 2001

Matérias da editoria de Economia no mês de junho de 2001




(C) Copyright 1997-2001 - O Farroupilha  - Todos os direitos reservados
Resolução mínima: 800 x 600 pixels, 256 cores ou mais - Projeto: Starbuck WEB - (51) 3337.5618