Farroupilha, RS,
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Arquivo - Editoria: Economia Matérias do mês de agosto de 2001: 03/08 Gás natural está a apenas dois quilômetros da cidade 03/08 Likida apresenta balanço positivo 03/08 Registro CEF 10/08 Javalis viram fonte de renda no interior 10/08 Região discute o trem 10/08 4º Likida Farroupilha entrega mais prêmios 10/08 Cidade terá novos centros de compra 17/08 Volta do trem depende de acerto com a RFFSA 24/08 Trem pode ser financiado 24/08 Calçadistas têm novo piso salarial 31/08 Falta de qualificação dificulta o emprego Voltar para editoria Economia atual              Voltar ao topo  |
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31/08
dificulta o emprego
A falta de mão-de-obra qualificada é o principal problema para a colocação de funcionários no mercado de trabalho em Farroupilha. É o que garantem os responsáveis pelos setores que cadastram desempregados e pessoas que procuram melhores oportunidades junto às empresas. “O que falta é um profissional qualificado”, revela a encarregada do Banco de Recursos Humanos da Câmara de Indústria, Comércio e Serviços (CICS), Joyce Molon. “As empresas precisam de pessoas que tenham cursos ou que apresentem alguma técnica”, completa.
Segundo ela, a experiência não é tanto o problema, já que há empresas, como a ITM, que até oferecem oportunidades a quem ainda não teve chance de serviço. Apesar de não haver no município indicadores muito confiáveis para uma opinião mais próxima da realidade, o presidente da CICS, Renato Bellaver, afirma que o desemprego continua preocupando. “A procura ainda é muito grande”, resume. Segundo ele, muitos desempregados procuram não apenas o Balcão de RH da entidade, mas a Casa do Trabalhador e o Balcão do Trabalhador em busca de colocação no mercado.
Para o coordenador do Balcão do Trabalhador, Claudiomiro de Souza, além da falta de qualificação, os maiores entraves para a admissão pelas empresas são o baixo grau de escolaridade dos candidatos e a idade avançada. “Às vezes, temos vagas e não dispomos das pessoas ideais porque o mercado exige, no mínimo, 1º grau completo, e boa parte não tem”, explica. Segundo Claudiomiro, 85% das 180 vagas colocadas no mercado desde 15 de março, quando o serviço entrou em operação na prefeitura, foram em empresas locais, nos setores malheiro e metalúrgico. O restante teve como destino Caxias do Sul e um reduzido percentual o município de Carlos Barbosa.
Na Casa do Trabalhador (rua Coronel Pena de Morais, 765), a principal dificuldade para a efetivação de mão-de-obra é a distância da residência dos candidatos com a sede do futuro emprego. “As empresas querem reduzir custo e não pagam vale-transporte”, explica a coordenadora do local, Geni Reis. “A menos que a empresa disponha de transporte próprio, ou o ônibus passe no bairro”, comenta. Segundo ela, poucos moradores do 1º de Maio e do Industrial - dois dos locais mais populosos do município - receberam chance devido à localização do bairro.
Geni informa que as empresas também estão exigindo maior escolaridade dos candidatos, experiência e idade não muito elevada. Quanto ao número de desempregados, a coordenadora da Casa do Trabalhador acredita que ele está “dentro de um percentual aceitável.”
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24/08
O investimento para início das operações do Trem Regional - avaliado em R$ 30 milhões em 1999 - poderá ser financiado pelo setor empresarial, a quem caberá os serviços de concessão e manutenção do transporte, feitas mediante concorrência pública. O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) disponibiliza o empréstimo de 60% de recursos que não sejam utilizados na compra de equipamentos. Para a compra dos trens, o financiamento chega a 80%. O pagamento é feito a longo prazo, em 15 anos. As taxas utilizadas são a TJLP (12% ao ano, mais 5% de taxas e juros - 2,5% de juro administrativo do banco e 2,5% de taxa de risco).
Segundo o arquiteto Carlos Malburg, do BNDES, como os R$ 30 milhões foram calculados quando o real estava mais valorizado em relação à moeda norte-americana, a idéia é que se diminua ao máximo a dolarização dos investimentos. A compra dos trens, por exemplo, não deve ser totalmente importada, o que reduziria quase à metade os custos. Conforme o secretário de Planejamento de Caxias do Sul, Mauro Cirne, a intenção é que só o chassi venha do exterior, ficando o restante do equipamento sob responsabilidade de uma empresa brasileira. “A Marcopolo tem capacidade e tem mostrado interesse”, confirma Malburg.
De acordo com ele, numa projeção pessimista, o retorno do investimento é de 20% ao ano, num tempo de cinco anos, considerado de curto prazo. O arquiteto informa que nenhuma empresa até o momento se mostrou interessada no negócio, já que o projeto recém está saindo do papel. Malburg explica que o orçamento de R$ 30 milhões não contempla as desapropriações de imóveis ao longo da rodovia, cuja negociação terá que ser feita pelas prefeituras. Ao concessionário, caberá também o encaminhamento do relatório de impacto ambiental junto ao órgão competente para a liberação do trecho.
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24/08
Os trabalhadores das indústrias calçadistas de Farroupilha têm novo piso salarial. O valor da remuneração mínima a quem ingressar na empresa passou de R$ 180,00 a R$ 205,00. Já para quem está empregado há 120 dias, o vencimento no mês seguinte, chamado de piso efetivo, será de R$ 240,00. Antes era de R$ 206,00 e passava a valer no sexto mês de admissão.
A categoria também comemora o triênio de R$ 10,30 e o quinqüênio de R$ 23,00, valores que serão incorporados mensalmente ao salário de funcionários com três e cinco anos de empresa, respectivamente. Empregados com 10 anos de serviço - casos especialmente de Grendene, Enry e Bortolossi - receberão R$ 46,00 de bonificação. Outra conquista dos calçadistas foi a manutenção do direito a folga na véspera do Natal e do Ano-Novo, meio-dia cada data ou o dia inteiro em uma delas, de acordo com a negociação entre o empregador e o funcionário. Se forem concedidas férias no período que compreende as duas datas, será concedido um dia a mais de folga do que o combinado.
As definições, ocorridas em reuniões dos sindicatos de trabalhadores e patronal, agradaram os calçadistas. “Foi uma boa negociação porque o piso em relação ao salário teve 14% a mais de ganho, e o piso efetivo, 16%”, analisa o presidente do sindicato dos trabalhadores, Juvelino De Bortoli. Segundo ele, a entidade montou uma estratégia de negociar com os representantes das empresas um piso efetivo que satisfizesse as condições da categoria. “Isso força a subida do restante do salário”, explica. De Bortoli calcula que no município haja de 1,7 mil a 1,9 mil pessoas empregadas no setor.
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17/08
de acerto com a RFFSA
Representantes das prefeituras, Câmaras de Vereadores e Câmaras de Indústria, Comércio e Serviços de Farroupilha, Caxias do Sul, Bento Gonçalves, Garibaldi e Carlos Barbosa, da Secretaria Estadual dos Transportes e do Conselho Regional de Desenvolvimento da Serra (Corede-Serra) formarão uma comissão para negociar com o governo federal o repasse das estações férreas aos cinco municípios para dar seqüência ao projeto de reativação do Trem Regional. O primeiro contato com a União será feito nesta sexta-feira, em Caxias do Sul, onde estará presente o ministro dos Transportes, Eliseu Padilha, por ocasião da abertura da Feira Internacional de Tecnologia Automotiva (Transtec 2002). O deputado federal Germano Rigotto (PMDB) se comprometeu a marcar uma audiência da comissão e de deputados da Serra com o ministro Martus Tavares, do Planejamento, à cuja pasta está subordinado o patrimônio ferroviário.
Estas foram as principais posições tiradas nas quase três horas de audiência pública realizada na última segunda-feira à tarde no auditório da Câmara de Indústria, Comércio e Serviços de Caxias do Sul (CIC), onde estiveram cerca de 200 lideranças, entre políticos, empresários e comunidade em geral. A formação de uma comissão intermunicipal de lideranças políticas e empresariais - levantada em reunião anterior em Carlos Barbosa - ganhou força no encontro de Caxias do Sul devido à dificuldade da maioria das cinco prefeituras em resolver problemas na aquisição das estações junto à Rede Ferroviária Federal (RFFSA). Farroupilha é o único município que está fora desta situação, por já ter comprado na administração anterior a área onde estão os imóveis.
No caso da prefeitura de Caxias do Sul, o principal entrave da negociação são as diferentes avaliações sobre o patrimônio. Enquanto a União exige R$ 8,5 milhões pelas estações do Centro, Desvio Rizzo e Forqueta, o município calcula a área em cerca de R$ 3 milhões. “Temos que levantar um movimento para resolver questões da área ferroviária, com o governo repassando-a aos municípios ou vendendo-a a valores mais reais”, defende o presidente da CIC de Caxias do Sul, Nelço Tesser. Outra possibilidade é a doação dos imóveis, proposta que Bento Gonçalves já encaminhou ao Ministério dos Transportes.
O arquiteto Carlos Henrique Malburg, do Departamento de Desenvolvimento Urbano do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), vê com otimismo a negociação com a RFFSA, já que os municípios vão se utilizar de um bem que está em fase de deterioração. “A Rede já considera o projeto importante”, revela, acrescentando que a parte com a qual o governo federal deve participar é ceder as estações. Dentro da proposta de reativação do trem através de parceria entre o poder público e a iniciativa privada, a idéia é que os municípios banquem a reforma das estações podendo aproveitá-las comercialmente, com empreendimentos como lojas e restaurantes, além de parques temáticos.
Para Pasqual, 80% já estão prontos
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10/08
A Câmara de Indústria, Comércio
e Serviços de Caxias do Sul (CIC)
promove na próxima segunda-feira,
às 14h, em sua sede, uma audiência
pública sobre o Trem Regional. Para
o encontro, foram convidados prefeitos,
Câmaras de Vereadores e Câmaras
de Indústria, Comércio e Serviços
dos cinco municípios por
onde passam os trilhos na Serra -
Farroupilha, Caxias do Sul, Bento
Gonçalves, Garibaldi e Carlos Barbosa
-, empresas, políticos com representação
estadual e federal e ministros
ligados ao setor.
Segundo o secretário de Planejamento
de Caxias do Sul, Mauro
Cirne, o objetivo é discutir formas
de mobilizar o poder público e a iniciativa
privada para a implantação
do projeto. Na reunião, será apresentado
o resultado de um levantamento
de viabilidade de demanda
e econômica para a reativação
da linha feito pelo Banco Nacional
de Desenvolvimento Econômico e
Social (BNDES). Na época, o orçamento
foi de R$ 30 milhões, que
seriam utilizados na reforma da malha
ferroviária e na compra de equipamentos,
como os vagões. “Se
uma empresa brasileira produzir um
trem leve, movido a diesel, barateia
o custo em mais da metade”, calcula
Cirne. A Marcopolo já se manifestou
favoravelmente à possibilidade
de fabricar a locomotiva para
fazer o trajeto de 63 quilômetros
entre Caxias do Sul e Bento Gonçalves.
Segundo o secretário, a iniciativa
privada participaria com a operação
do sistema através de licitação
pública. “O BNDES coloca linhas
de financiamento à disposição”,
informa. Ele explica que os governos
municipal, estadual e federal
terão que atuar em parceria. “A
implantação do trem regional trará
um novo ciclo de desenvolvimento
para a região”, aposta Cirne. Para
ele, além de o turismo e o comércio
dos cinco municípios serem beneficiados,
surgirá o chamado transporte
empreendimento, que consiste
no aparecimento de novos negócios
ao longo da ferrovia, hoje
em estado de abandono.
O prefeito Bolivar Pasqual explica
que o município tem poucas
informações sobre o projeto porque
o ex-prefeito Avelino Maggioni
não participou das reuniões preliminares
em torno do assunto. “Não
seremos empecilho, mas queremos
saber qual a participação de
Farroupilha para, depois da audiência,
termos uma posição mais firme”,
declara. Pasqual informa que,
do pouco que tem conhecimento,
os municípios dariam uma sustentação
institucional ao projeto, “sem
criar dificuldades”.
O presidente da Câmara de Indústria,
Comércio e Serviços (CICS)
de Farroupilha, Renato Bellaver,
afirma que a entidade é favorável
ao projeto, mas adianta que não haverá
envolvimento com recursos,
já que nenhuma empresa manifestou
interesse em investir. “Sem
condições”, resume. “Não vejo
como participarmos disso”, acrescenta,
ao argumentar que a iniciativa
privada não tem como bancar
um investimento de aproximadamente
US$ 34 milhões (R$ 85 milhões).
“A menos que alguém queira
ficar como sócio”, cogita.
Ainda com dúvidas sobre a parte
que cabe ao setor empresarial no
projeto, Bellaver também prefere
aguardar a audiência de segundafeira.
“Não sei qual proposta será
apresentada”, explica. Bellaver não
acredita que Farroupilha fique de
fora da rota ferroviária se não participar
com verbas. “Forçosamente,
tem que passar por aqui”, garante.
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10/08 Cidade terá novos centros de compra
Além do Farroupilha’s Center,
que será construído em frente à
Trombini, na entrada da cidade, outros
dois centros de pronta-entrega
de fábrica estão sendo projetados
no município. Um é o Centro de
Compras da Serra, ao lado do Centro
de Compras Farroupilha, às margens
da RS-122. O empreendimento,
lançado pela Construfar Engenharia
e Construções, consiste em
139 lojas somente de fabricantes do
vestuário e acessórios, com central
de atendimento de guias, praça de
alimentação e estacionamento.
A terraplanagem no local já foi
feita, e a entrega da obra está prevista
para abril do próximo ano. Segundo
um dos diretores da
Construfar, Fernando Oscar Fanton,
o objetivo é aproveitar a fama do
Centro de Compras Farroupilha na
venda de produtos e fortalecer a atividade,
que, para ele, está se tornando
tradição no município.
O outro centro de pronta-entrega
será construído pela Signori Engenharia
e Construções na RS-122,
km 57, próximo a Estofados Sulandês.
Segundo o diretor da construtora,
Luiz Signori, embora os estudos ainda
estejam sendo feitos, o local terá
aproximadamente 100 lojas e fábricas
em mais de 17 mil metros quadrados
de área construída. O nome ainda não
está definido, mas será uma espécie
de extensão da Cooperativa da Malha
e do Calçado. A obra não tem
prazo para começar e ser inaugurada.
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10/08
entrega mais prêmios
Com expectativa de encerrar
com sucesso, conforme prevê a
coordenação, o 4ª Likida
Farroupilha, promovido pelo Sindicato
do Comércio Varejista de
Farroupilha (Sindilojas), vai entregar
novos prêmios nesta segunda-
feira. Os azarões das
raspadinhas, ou seja, aqueles que
rasparam e não ganharam na hora,
concorrerão a uma poltrona do
papai reclinável da Estofados
Dorigon, um bar de canto
espelhado da Eletromania e a um
jogo de malas de viagem - com
uma mala grande, uma média e
uma pequena - da Bolsas Tonin.
Na última segunda-feira, na sede
do Sindilojas, foi realizado o primeiro
sorteio entre os consumidores
que depositaram a
raspadinha preenchida na urna.
Confira no quadro o nome dos três
contemplados.
O coordenador da campanha,
Gilmar Luís Gasperin, diz que o
Likida está atendendo aos objetivos,
conforme retorno das empresas
que aderiram à campanha. De
acordo com ele, o calor que tem
feito nos últimos dias é que atrapalhou
um pouco as vendas na área do vestuário. No entanto, em
função do pagamento que saiu
nesta semana, as vendas aqueceram
um pouco. “O pessoal disse
que esta semana deu uma boa mexida”,
comemora. No total, são 250
empresas que participam do
Likida Farroupilha.
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03/08
dois quilômetros da cidade
O gás natural vindo da Bolívia
chega a Farroupilha no início de setembro.
A palavra é do presidente
da Sulgás S/A, empresa responsável
pela distribuição dessa fonte de
energia na região, Giles Carriconde
Azevedo, em entrevista esta semana
ao Jornal O Farroupilha. Faltam
apenas dois quilômetros para que
a tubulação chegue às empresas
Soprano, Trombini e Tramontina, as
primeiras a aderirem o contrato de
distribuição do combustível. Instalada
a tubulação, começará a fase
de testes da rede. O produto já está
na Fras-Le, em Forqueta, bairro de
Caxias do Sul. Depois dessa fase, a
tubulação será estendida até o posto
Di Verona, na avenida Barão Rio
Branco, para fornecimento de gás
veicular.
Inicialmente prevista para abril
deste ano, a instalação da tubulação
enfrentou atrasos em função
de alteração de traçado, primeiramente
em Ana Rech, em Caxias do
Sul, onde está instalada a
Marcopolo, a primeira empresa a
receber o combustível na Serra.
Depois, a tubulação deveria passar
pela área de domínio do Departamento
Autônomo de Estradas de
Rodagem (Daer), na RS-122, mas foi
mudado para passar em alguns trechos
pelo interior. Mesmo com o
atraso, Carriconde Azevedo considera
o fato normal diante do porte
da obra e dos investimentos exigidos,
pois trata-se do maior ramal
de distribuição do gás - não considerando-
se o gasoduto de transporte.
Para chegar a Farroupilha, o
gás percorrerá uma distância de 113
quilômetros, a partir de Várzea do
Cedro, em São Francisco de Paula.
Essa obra exigiu investimentos de
R$ 30 milhões.
O presidente da Sulgás entende
que à medida que a tubulação
for cruzando a cidade, mais indústrias
devem aderir o contrato de fornecimento,
aumentando a capacidade
energética do município. Os
cálculos indicam que um veículo
que roda 200 quilômetros gasta, em
média, R$ 33,00 com gasolina, valor
que cai para R$ 12,00 com gás natural.
Entretanto, o preço de conversão
dos motores gira em torno de
R$ 2,5 mil. Esse trabalho deve ser
feito por mecânicos credenciados
pelo Inmetro. Mesmo que o veículo
se dirija a uma região onde não exista
gás natural, a reconversão para
gasolina pode ser feita automaticamente
e seguir viagem.
Cronograma Cumprido o cronograma de instalação do gasoduto Brasil - Bolívia em Farroupilha, que inclui o posto de combustíveis Verona, no perímetro urbano da cidade, com início do consumo, a tubulação seguirá em direção a Garibaldi e Carlos Barbosa, cortando o interior do município em direção a essas cidades. Desses municípios, o gás natural será estendido até o município de Bento Gonçalves. A previsão de chegada do gás nessas cidades, segundo Giles Carriconde Azevedo, é 2002. O gás natural boliviano será distribuído primeiro para indústrias e postos habilitados para abastecimento de automóveis, mas o presidente da Sulgás enfatiza que essa é apenas a primeira parte do projeto do gasoduto. Numa segunda fase, que não tem previsão de prazo, o gás poderá ser utilizado para fins residenciais e comerciais. “Esse é um próximo passo”, informa Giles Azevedo ao comentar as facilidades que o produto trará para a região da Serra como fonte energética. Perigo Quanto a prováveis riscos, a Sulgás informa que o perigo praticamente não existe. Primeiro, a tubulação está sendo instalada com todos os cuidados da mais moderna tecnologia. Segundo, o gás natural é diferente do gás liquefeito de petróleo (gás de cozinha). Esse, na hipótese de vazamento, tende a se concentrar na área do acidente por ser mais pesado do que ar, crescendo o seu fator de explosão. Já o gás natural, por ser mais leve, tem tendência a subir na atmosfera afastando o risco de uma explosão. |
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03/08
balanço positivo
O saldo da primeira semana de realização do 4º Likida Farroupilha é positivo, na avaliação do coordenador da comissão organizadora, Gilmar Gasperin. Para ele, o primeiro fim de semana atingiu as expectativas, já que as informações para a imprensa começaram a ser liberadas na quinta-feira anterior ao início da campanha e várias empresas que estavam em dúvida aderiram à carreata sábado pela manhã e ao período de promoções organizado pelo Sindilojas. "Foi de bom tamanho a largada", analisa. Segundo Gasperin, como os números de vendas só deverão ser divulgados no final da promoção, a única referência que atesta o sucesso do Likida é que alguns lojistas, mesmo não aderindo à campanha, fizeram liquidações de produtos. "Para nós é bom porque demonstra que a campanha é forte", conclui. Participam do 4º Likida Farroupilha cerca de 250 empresas, dos mais diversos ramos lojísticos, como vestuário, couro, serviços, móveis, joalheria, gêneros alimentícios, eletrodomésticos, acessórios e automóveis. O coordenador da comissão reforça a necessidade de a população prestigiar quem aderiu ao Likida, já que, além dos descontos nos preços, são oportunizados prêmios através das raspadinhas. A cada R$ 20,00 em compras, o consumidor tem direito a uma raspadinha, que é entregue também se a nota fiscal nos setores de móveis e eletrodomésticos atingir R$ 50,00, num total de 500 prêmios. Gasperin alerta para os prêmios azarões, cujos sorteios acontecem nas próximas duas segundas-feiras no Sindilojas. No verso da raspadinha, o comprador fornece os dados pessoais. Se raspar e não ganhar, o bilhete será levado até a sede da entidade, para sorteio. Na próxima segunda-feira, serão distribuídos uma cadeira giratória para escritório, um banheiro com pia componível Todeschini e uma jaqueta em couro feminina. No dia 13, serão sorteados uma poltrona do papai reclinável, um bar de canto espelhado e um jogo de malas para viagem pequena, média e grande.
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03/08
Prêmios - Os clientes da agência local da
Caixa Econômica Federal Paulina De Gasperi
e Lourdes de Gasperi, Claudino José Paesi,
Inês Brummelhaus, Marijane Gervasoni e
Rafaella Finimundi Broll (foto) foram os contemplados
no sorteio do último dia 21 entre
os clientes que têm mais de R$ 100,00 na conta.
Conforme o gerente da agência, Norberto
Pastori, ao todo já são 39 ganhadores na promoção,
sendo R$ 1 mil de prêmio cada um.
“Para concorrer, basta ter uma poupança com
R$ 100,00”, destaca Pastori.
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