Farroupilha, RS,
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26/09
sobre mudanças na rede Dotado de cinco itens, documento apresenta versão de Adelino Colombo sobre mudanças no quadro diretivo da empresa, em resposta à versão de Miguel Maggioni
As Lojas Colombo emitiram nota oficial com esclarecimentos sobre o processo de profissionalização da rede, contestado na entrevista do advogado do acionista Miguel Maggioni, Milton Terra Machado, ao Jornal O Farroupilha na última edição. Elaborado pela assessoria da empresa, o documento consta de cinco itens. A nota destaca que, “seguindo modelo de gestão corporativa recomendada por órgãos internacionais, a escolha de novos diretores, especialmente do superintendente, contou com a efetiva participação de empresa de headhunter (seleção de executivos), mediante a indicação de cinco nomes com capacidade para a gestão do conglomerado empresarial criado a partir da Colombo.”
O documento segue esclarecendo que, “a partir dos nomes indicados, coube ao Conselho de Administração da Colombo S/A, onde os principais acionistas têm seus representantes, a seleção daquele que preenchesse os requisitos desenhados na filosofia da empresa e atendesse as exigências do seu mercado.” A nota prossegue afirmando que “o atual diretor-superintendente, Eldo Moreno, contou com a aprovação da unanimidade dos conselheiros, ou seja, todos os segmentos sociais foram previamente consultados a respeito da questão.”
Segundo o documento, “o trabalho de modernização da gestão, que por ora tem sua primeira etapa concluída (o diretor-presidente, Adelino Colombo, anunciará oportunamente novas medidas já em estudo), foi iniciado há cerca de dois anos e meio.” “Desde então” – prossegue a nota – “a gestão conta com uma participação mais direta do Conselho de Administração, composto também por profissionais altamente reputados no mercado. Com isso, tem-se o acompanhamento também mais direto dos acionistas principais, e se democratizam as decisões. Exemplo disso são as diretrizes de expansão da rede de lojas em novos mercados. Somente após a aprovação de todos os administradores, conselheiros e executivos, com registro em atas, é que recentemente a Colombo entrou no mercado paulista”. “Afinal” – continua o documento – “agregava-se nova cultura à empresa, impondo a participação de todos. E isso é só um exemplo.”
Por fim, a nota explica que “o processo de profissionalização, segundo afirma Colombo, segue modelo já experimentado e se trata de uma exigência do mercado, com vantagem clara para a companhia e seus acionistas. Embora na Colombo o controle seja definido (Adelino Colombo detém 55% do capital, sendo Maggioni o segundo maior acionista, com 43%), é esse mesmo controle que defende a profissionalização, deslocando aos profissionais escolhidos pelos acionistas e seus representantes o dia-a-dia da empresa e seu constante crescimento.”
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